sábado, 27 de novembro de 2010

REVELAÇÃO

Atriz de Gossip Girl compra mais de 40 pares de Louboutin


Não adianta discutir. Algumas mulheres não resistem a sapatos novos e podem fazer loucuras. Mas a loucura da atriz Blake Lively, a Serena da série Gossip Girl, que era exibido pela Warner no Brasil, foi a de comprar mais de 40 pares de calçados do francês Christian Louboutin.

O designer realizou uma liquidação especial em Nova York apenas para clientes especiais convidadas e a atriz foi uma delas. Segundo o blog Footwear News, Blake passou horas olhando caixas, experimentando modelos e ficou cercada por "torres" de sapatos.

Ela justificou a compra dizendo que nem todos os modelos seriam para uso próprio. "Tenho irmãs, então estou levando presentes para elas e para as amigas também",  disse à publicação on line.



Eu não queria revelar isso assim, publicamente, mas a situação me obriga. 
SERENA, EU SOU SUA IRMÃ !




quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Pior quié...

Pra rir um pouco

Não sei porque nenhum designer de moda pensou nisso antes... Se há demanda, porque não???

KkKkKkKk!!!

MANIAS DE UMA LOJA DE SAPATOS

Fabrício Carpinejar 



Arte de Andy Wahrol

Entro numa loja, escolho dois pares depois de investigação minuciosa pela vitrine, estantes e pelos pés dos frequentadores. Sim, analiso os pés de quem está na loja para escolher também. Se alguém usa um sapato superior à aquele que vou comprar, já não levo. Se alguém calça um sapato igual, finjo que não quero mais. Consumo a mentira de que sou único. 

Tomei um tempo imenso sorteando quais combinavam com a minha personalidade. Se bem que sou capaz de mudar de personalidade para combinar com um par de sapatos. Escolher um de que gosto mesmo é uma arte: fivela, sola, couro, salto, cor, textura. São mais pré-requisitos do que financiamento de imóvel pela Caixa Econômica Federal. 

Eu avistei dois vizinhos de minhas taras. Uma bota preta para fingir que sou durão e um sapato cinza para combinar com colete astronauta. Há sempre uma peça de roupa pedindo par para dançar no seu armário. A vendedora avisou que iria buscar meu número. Sentei no banquinho com olhar de meteoro caindo. O rosto é céu inclinado quando esperamos comprar alguma coisa. É da infância saber se teremos dinheiro ou não, se poderemos ou não levar aquilo que temos empatia. 

Ela veio com seis caixas. Equilibrando-se nos seios. A mecha de seu cabelo ruivo apontava que era ela. Uma mecha surrada de quem pintou o cabelo mais vezes do que necessário ou se separou mais vezes do que amou. 

Por que seis caixas? Eu pedi para experimentar dois! Sempre que uma vendedora chega com mais caixas do que foi pedido com certeza ela não trará os sapatos pretendidos. 

Pousa com outros modelos que não tem parentesco com o desejado. 

Abriu uma, abriu duas, abriu três, abriu quatro, cinco, seis tampas. Como se fosse meu sapato e não era. Das cores mais extravagantes, dos feitios mais opostos, das formas menos próximas. Mas tratando como se fosse o ideal. Isso irritou minhas sobrancelhas. Tudo o que pedi acabou por ser esquecido. 

- Cadê meus sapatos? 

- É que não tem mais seu número. 

- Então, me diga que não tem meu número e não me deixe esperando... 

- É que poderia gostar de outros modelos? 

- A senhora não pensou que eu OLHEI outros modelos antes de escolher aqueles? Fiquei vinte minutos decidindo... 

- Ai, desculpa. É que você iria embora... 

- Iria embora sem ficar brabo, agora vou embora completamente fulo. 

- Aprendi assim: tem que prender o cliente porque senão ele pensa que não damos atenção e estamos sem vontade. 

- Como? 

- Se eu viesse de mãos vazias, não estaria passando a imagem de que me esforcei para vender. 

- Eu não passei imagem de que compraria somente os escolhidos? 

- Sim, é que tinha que enrolar para ganhar tempo e pensar como posso agradá-lo. 

Neste momento, compreendi que somos iguais a ela e aos costumes do balcão, não adiantava engolir saliva no provador se a vida cuspiria de novo na rua, quando viesse a primeira tosse. 

Carentes, preferimos prender quem não amamos. Ficamos com uma companhia apesar de não amar, para evitar sermos cobrados pelos pés descalços ou porque estamos sozinhos. Esperando o par perfeito enquanto usamos o que encontramos. O que veio na frente. O que tinha no estoque. 

Grande parte dos casais é ímpar. Vistosamente formando pares trocados, solteiros, improvisados. 

Quando compramos o que não gostamos, concluímos que "dá pro gasto". É uma expressão triste, inconsolável. O equivalente a lamentar que não tinha o que procurávamos. Gastamos o que não é nosso. Gastamos as pernas para justificarmos que permanecemos em movimento, tentando, ocupados. 

Os sapatos são nossas estradas. Não permitem desvios e atalhos, trocas e substituições. 

O amor começa pelos pés. Obsessivo. 
Não levei nada daquela loja. 



sábado, 20 de novembro de 2010

Os 10 mandamentos da Moda por Anna Dello Russo


A fervida editora de moda da Vogue Japão postou em seu blog uma lista de citações à moda que ela responde quando é abordada sobre o assunto. Veja a seguir:

"Durante entrevistas sempre me perguntam o que é moda. Vou dizer o que é minha enciclopédia pessoal deste enorme campo de estudo".

1. A moda é uma MUSA, você deve seduzi-la

2. Leve sua MUSA pra dançar, a moda ama música

3. MODA é feita da mesma coisa que SONHOS são feitos...

4. Quando você não está afim de se vestir significa que você está deprimida. Você precisa de um BANHO DE MODA

5. Se você gosta de se sentir confortável, você nunca terá um LOOK. Moda é DESCONFORTÁVEL

6. Não abuse muito do vintage. Moda é AQUI e AGORA.

7. Então, entre MODA e ESTILO? Absolutamente MODA... é menos pretensioso, é autêntico. MODA é a declaração de liberdade pessoal

8. Por que nada tem tanto sucesso quanto o excesso!

9. NÃO importa qual o tamanho do seu corpo! MODA beneficia todas as silhuetas

10. FABULOSA em qualquer IDADE. Moda te faz BEM






Imagens: ffw.com.br

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Flávio de Carvalho desveste a moda

"O homem necessita da moda para a sua estabilidade mental. O equilíbrio do curso da etapa histórica também necessita da moda. A moda funciona como reguladora mental dos povos.
O traje eleva o homem para as alturas da consciência e da liberdade. A liberdade é uma manifestação da alegria e de superioridade indivudual e provém da compreensão minuciosa que o indivíduo tem de si mesmo e das relações detalhadas com o seu semelhante. O traje e a moda devem ser considerados como uma libertação das inferioridades do homem. É pelo traje e pelos costumes que ele consegue se livrar das inferioridades, compensando-as. O traje é, pois, uma manifestação de liberdade.
Os costumes de cerimoniais patrióticos são maneiras de compensar inferioridades.
No início, pelo uso da pele da fera, isto é, imitando um ser inferior, o homem consegue garantir para si não só a sua liberdade, mas a própria vida."

Flávio de Carvalho




Transcrito do site   http://duodeluxo.wordpress.com

sábado, 13 de novembro de 2010

Essa é pra vc, Marcelle



"Os baixos custos, o ‘lugar comum’ e uma moda transitória ao extremo fazem do Fast Fashion um movimento que, numa escala de valores, ocupa posição inferior ao Slow Fashion cuja condição nobre de primar pelo aspecto qualitativo em detrimento ao quantitativo, permite ao consumidor a distância necessária para estabelecer julgamentos, tornando o ato de consumo naturalmente dotado de senso de responsabilidade".


Euzinha aqui, Dani Lopes.







Tá boam?!